Do pó ao pó, da água pro vinho, precisamos parar de romantizar que não seja possível morrer sozinho, muitos sem amor eu vi partir e cada vez mais se evidencia a verdade de Tim Maia que "...um nasce pra sofrer enquanto o outro ri", a cordialidade do sol versus a antipatia do homem e assim afetos ficam cada vez mais raros, tempos de violência gratuita e sorrisos tão caros, "Deus" agora é tipo uma gíria na boca de "direitocidas" hipócritas, coisas ditas sem essência e sem reais boas intenções, eis a era das redes sociais, pseudo amigos, obsessões estéticas e falsas reações, os infernais tribunais virtuais e seus escolhidos réus, agradeço aos céus pelos que ainda encontro por aí tentando, pelejando, rogando ao pai celestial pela saúde de tranquilos amores com o mínimo de respeito e dignidade no caminho, ah, vida adulta, se fazer de doido é a lei pra não sucumbir às pressões de uma cidade filha da puta, da água pro vinho, do pó ao pó e hoje aos 45 ante a utopia da "felicidade constante" e tudo mais que se opõe ao "alívio", yes, sir, escolho estar só...
sexta-feira, 11 de setembro de 2026
Notas da caverna...
Do pó ao pó, da água pro vinho, precisamos parar de romantizar que não seja possível morrer sozinho, muitos sem amor eu vi partir e cada vez mais se evidencia a verdade de Tim Maia que "...um nasce pra sofrer enquanto o outro ri", a cordialidade do sol versus a antipatia do homem e assim afetos ficam cada vez mais raros, tempos de violência gratuita e sorrisos tão caros, "Deus" agora é tipo uma gíria na boca de "direitocidas" hipócritas, coisas ditas sem essência e sem reais boas intenções, eis a era das redes sociais, pseudo amigos, obsessões estéticas e falsas reações, os infernais tribunais virtuais e seus escolhidos réus, agradeço aos céus pelos que ainda encontro por aí tentando, pelejando, rogando ao pai celestial pela saúde de tranquilos amores com o mínimo de respeito e dignidade no caminho, ah, vida adulta, se fazer de doido é a lei pra não sucumbir às pressões de uma cidade filha da puta, da água pro vinho, do pó ao pó e hoje aos 45 ante a utopia da "felicidade constante" e tudo mais que se opõe ao "alívio", yes, sir, escolho estar só...
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