quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

domingo, 18 de dezembro de 2011

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

domingo, 11 de dezembro de 2011

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

sábado, 3 de dezembro de 2011

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

sábado, 22 de outubro de 2011

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

sábado, 24 de setembro de 2011

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Aproveite o silêncio
















Não precisa
ter pressa no
ato de se curtir
a solidão, não,
não, a beleza
já nem é assim,
tão relevante,
quando só lhe
restam "migalhas"
de instantes sob
a mesa desse
alguém; mais
apetece o "nada"
a você, faz assim,
desaparece pra
beira do mar,
de preferência
ao luar, lá tu há
de ser alguém,
um alguém rico
de tanta noite
só pra si, pra que
dividir essa, se
pra curtir tal
solidão não é
preciso pressa...

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Madrugada das sanidades "metais"















O céu, quando mais
honesto, escancarado,
estrelado, aberto à
confissões, e eu fui
no quintal às três da
manhã, pensar sobre
as ilusões do dia, acabei
eu me confessionando
com o vento, que frio,
ria, soprava sem sequer
parar pra ouvir, é, tô aqui
de bobeira, falando sozinho,
já quase terça-feira, mais me
disse o céu na beleza do seu
silêncio audível, paupável,
invisível aos olhos das mentes
descrentes na poesia muda de
Deus, do que as besteiras lógicas
do mero "eu"...

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

terça-feira, 30 de agosto de 2011

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Pra toda simploriedade do mundo, costas...




















Se tu soubesses, ah, se sonhasse,
ao menos, com todas as conversas
imaginárias que já tive contigo, tento
tento, e não consigo, é um choro preso
de muitos verões atrás, nem sei mais
quanto tempo faz que não tenho algo
assim, além de desprezo; na verdade,
nunca tive algo tão bonito como tu
poderias ter de mim, imagino beijos
na palma da tua mão, e na junção do
teu braço, de joelhos, um abraço em
teus quadris, sentindo ventos primaveris
no rosto, poderosamente simples, mas,
ao invés, cá estou nu, simplório outra
vez, de tão exposto, o peito flamejante,
e lábios tremendo, ao oposto, o frio do
que se não pode ter, continuo à escrever
meus frustrados versos de amor, e dor, e
ainda continuo tendo da vida, o inverso.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

domingo, 21 de agosto de 2011

"Adolesciências" dos dias de quarto




















Pelos asfaltos da noite afora, mantenho a
coluna ereta, sorrindo comigo mesmo, num
passeio de bicicleta, penso em tudo que eu
poderia ser, e não sou, rio que nem bobo,
acho que é por causa da lua borrada de nuvens,
a beleza escondida, que nem a tua, por trás das
frias paredes do teu quarto, onde o mundo que
tu projetas, desmorona todo dia, reduzindo-se
à escombros, estou longe, mas próximo pelo teu
vazio, que nos põe ombro à ombro; hoje decidi
sentar ao teu lado, na janela, e ouvir sobre teu
inverno interior, essas folhas soltas de caderno
pelo chão, o engano da perfeição que tu tens
esperado, estranhamente quem lhe cativa os
olhos é quem mais te maltrata, deixa essa tua
falta escorrer no meu peito, deixo você chorar
em mim, fosse assim, assim fosse, mas é só meu
espírito que está contigo, em pensamentos, tenho
medo que tu descubra, e me jogue ao relento, ergo
a cabeça, ainda estou na minha bicicleta..ao relento...

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Chance
















Horizonte amarelo,
o fim do dia sem graça.
e sem jeito, o cabelo
preto perfeito da noite
à deslizar pelas costas
nuas da tarde até o mar,
e anoitece; novamente
ela esqueceu de mim,
pra onde estariam voltados
estes lábios teus, em forma
de lua, "minguantemente"
sorrindo por trás de toda a
negrura do véu de cetim, céu,
e quando haverás, pois, de notar
que eu também sou gente, sabe
o que é, já faz muito, muito tempo
que eu estou na tua...

terça-feira, 16 de agosto de 2011

domingo, 14 de agosto de 2011

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Dona simplicidade
















Menino-fracasso, sobrenome fiasco...
a cada inconstância, reflexos da infância
que nunca o abandona por completo, a mesma
rua sem saída onde mora, a redoma sobre sua
casa, como um teto de contínuo céu sem lua;
aceita tudo com muita facilidade, e sempre à
espreita pela cidade, te encontro no azedinho-doce
do maracujá, nos lábios, e faço de conta que é nosso
beijo mais secreto, te encontro no ermo da praia,
e finjo que a brisa em minhas costas nuas é você
chegando de surpresa, após anos de ncerteza, afim
de me salvar. caio em si, e suplico à Deus, piedade,
que me valha, pois, do direito de me ajoelhar num
doce pedido de casamento, meus lamentos por
testemunho de anos de solidão, e fidelidade, pra
então poder ser dela, a dona moça, simplcidade.

domingo, 7 de agosto de 2011

Pra variar, à me contrariar















Olhando em volta
na penumbra do
quarto, por conta
do sono perdido bem
antes do amanhecer,
passei à ver tudo em
preto e branco, que
nem gato, as cores
insistentemente teimam
em fugir dos meus olhos
"felinos", pela evidente
falta de posses, a má sorte
avaliou meus escritos como
"rimas indigentes", um pobre
menino que, por não ter uma
amada, foi apelidado pela
irônica escuridão de"Poeta
das coisas inanimadas", mal
sabe ela, maldita, saindo o sol,
vida fluirá através da luz, que
será por holofote, no palco da
única rosa na minha janela.

sábado, 6 de agosto de 2011

Descompassos tais...


















Com o findar
do dia, parecia
enxergar as cores
indefinidas do
infinito, além do
limite azul sobre
mim, um olhar
perdido assim,
que nem esse de
agora, minhas
coronárias são
como avenidas
em plena madrugada,
um grito silencioso
a ecoar pelo vazio
lá fora, um frio no
peito por não ter
dons, e minhas
músicas da alma,
sequer têm tons...

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Que valham as contrações!
















De dentro pra fora, de fora pra dentro,
as entrelinhas da beleza, que também,
e melhor rima com incerteza; por muitas
vezes o aparentemente apreciável oculta
fissuras, que nem essas estátuas de parque,
vistas de longe, notável com a aproximação,
o sol de verão expõe as falhas, os rigores do
tempo, a valsa triste do vento com as folhas
caídas das árvores, e eis que tudo enfeia, aquilo
que somente foi belo aos olhos,será enterrado
em covas de nostalgia, e qual seria a rima mais
apropriada, e como poderia ser chamado, o que
melhor fica com o passar da idade?..ah, caridade...

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Translucidez















O chão, onde meus pés
tocam escurece, eis aqui
uma sombra no meio da
chuva, o sol esquece de
como eu era, obtenho
êxito na minha tentativa
de invisibilidade, em plena
primavera; de tempos em
tempos, desfamiliariza-se,
pois, a simpatia de mim,
como as folhas das árvores,
ao vento, em outonos, veja
os contornos distorcidos do
meu semblante conformado,
o descontentamento rima
certinho com meu voluntário
isolamento, tipo, feitos um pro
outro, um perfeito casal de otários!

sábado, 11 de junho de 2011

O paraíso da praça mais bonita do bairro














A cômoda perdendo a cor,
tuas cartas na primeira
gaveta, dez anos passados,
amanhã é domingo, dia dos
namorados, soube esses dias
que você casou, até filhinho
já tem, tenho vagado pelos
desdéns da sorte, sem;
Não tenho mais pra quem
escrever, até escrevo, mas
pouca gente lê, não penso
em presente, sou um ser
que sente o amor em volta,
e de tantas voltas, desnorteio,
o receio que vira angústia de
uma solidão eterna, ah, esse
azul tão intenso sobre meus
infortúnios, oh, que túnel
escuro sem mais previsões
de fachos de luz, no final, a
melancolia desse belo dia
me deixa mal, e se traduz
na tristeza que eu transmito,
e consequentemente atraio,
o programa chato de TV que
eu assisto sem som, o céu
assistindo-me da janela, minha
vida é uma reprise, sem ela
...e, quem seria ela?
Ela é a coisa mais linda
do mundo, pra mim, e eu
queria ela sentada comigo,
na praça mais bonita do bairro,
divindo uma noite estrelada,
que insiste em me fazer sentir
um "nada", na verdade, não
sei se ela existe, mas espero,
e já nem me desespero mais...

sexta-feira, 6 de maio de 2011

♫ Sobre estar só ♫















Existe um plano
bizarro, que tem
por pano de fundo,
os desafortunados
do mundo, um vaso
de barro, sem água,
nem flores, rimas
sem devidos autores,
mágoas de casos mal
ouvidos, tanto que a
cada má sorte, a primeira
reação é a insatisfação
de se ver do nosso
cantinho escuro,
por cima do muro,
o sol pousar no vizinho,
e sobre o teto do rapaz
sozinho, negras nuvens
desabarem, pesadas;
vinde à mim, boa
vontade, pra poder
pisar novas calçadas,
que, começando por mim,
assim serei, no que diz
respeito à sonhos alheios,
um aprendiz, com olhos
cheios de verdades, uma
boa brisa à percorrer
por mais de 5.000 cidades!

...melhor seria um "tornado", de desejos honestos pelo bem estar do próximo, mas, utopias à parte, peço ajuda ao Big Boss pra pode fazer a minha...


domingo, 3 de abril de 2011

Ternura, alma de pintura!

















De coração frustrado,
à coração listrado;
Deus, pois, devolvera
o sorriso pintado à giz
de cera, por mãos
infantis, de tão gentis
lábios, e tão sutis traços.
Ah, as suaves manhãs
em que ela acorda de
uma tela, torna-se uma
pintura viva, e vai viver
janela à fora, saiu 'inda
agora pra rotina de ser
menina o dia todo, mas
ao anoitecer, volta à ser
cores do quadro das flores.

sábado, 12 de fevereiro de 2011