Quantos filhos da puta!

E então o tal "futuro", tempos de fome e sede...de amor, humor pra ferir, zombar, tudo, menos sorrir, volto no tempo e me imagino na rede na varanda à noite, ouvindo as canções do meu tempo que hoje chamam "flashbacks", inocentes tempos adolescentes que com pouco se diverte, tão diferente que era o "gostar" da nossa época e a vida sem internet, tão, mas tão vazias as calçadas de hoje, gente sentada às portas só em algumas periferias e como eu preferia e prefiro o antes ao agora, lá fora o vento sopra enquanto aqui dentro temporariamente cai a conexão, ah, quanto tempo que não sento no chão pra ver televisão, que saudade de ver novela com a família, virei "ilha" em tempos egoístas de divisão, pessoas maldosamente opinando sobre a vida alheia, mas estranhamente se "inibindo" de abençoar e bendizer o próximo, a distorcida e cruel religião sem genuína fé, pois é, gente que na alegria dos outros fogo ateia, a miserável "direita" que onde chega, enfeia, "verdades" e mais "verdades absolutas" e nessa certeza burra do " merecido caminho certo", me perdoa, Deus, mas quantos filhos da puta se auto intitulando "exclusivos filhos teus"...
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